segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Historinhas singelas!

Bom dia Coleguinhas,

Tudo GG, SS? (leia-se, jóinha, jóinha, cem por cento). 'Bereza'! E o findi, tudo de bom? Legal!

Gentem, estava eu conversando com minhas amigonas esse findi, quando me lembrei que há alguns anos atrás eu recebia por e-mail a 'saga' de uma menina que sofreu demais nessa vida. Recebia essa história semanalmente, e ficava doida de curiosidade. Então resolvi começar a postar esse exemplo de perseverança, porque a vida, essa sim é uma caixinha de surpresas. Entonces, vai ser assim: toda segunda e sexta vai ter capítulo de 'JEITOSINHA, A SAGA'.

Então vamos ao capítulo I: Nascimento de Jeitosinha

Ambrosio e Marilena já tinham seis filhos, mas a iminência da chegada de um sétimo rebento criava um clima de tensão no lar. As seis tentativas anteriores não foram suficientes para realizar o sonho do homem: ser pai de uma menina.
Contínuo num banco de pequeno porte, indivíduo de temperamento difícil e tendo sido vítima de tortura durante a infância (era obrigado a se vestir de marinheiro e usar botinhas ortopédicas), Ambrosio vivia como uma bomba prestes a explodir, por isso Marilena nem se espantou quando o marido, com um tom de voz até doce se comparado ao tratamento habitual que dispensava a família, decretou:
- Se for outro cueca eu te mato, sua vaca!
Para a sorte da pobre mulher, Ambrosio estava no trabalho quando ela entrou em trabalho de parto. Ao conferir, com a criança ainda nas mãos da parteira, que se tratava de mais um menino, Marilena chorou convulsivamente. Dona Nair, a velha parteira, tentou consolá-la com as palavras simples, mas sábias dos humildes:
- Depressão, pós-parto... Estima-se que ela atinja 10% das puérperas. Ela pode ser severa e resistente ao tratamento farmacológico, mas o estrogênio em doses decrescentes, durante duas semanas, mimetizando o ciclo ovariano, tem sido eficaz em alguns casos, viu, fia?
- Não é isso, Dona Nair...
Interrompeu a mulher, entre lágrimas.
- O problema é que o Ambrosio vai me matar se souber que é outro varão...
Dona Nair era uma mulher experiente. Com um sorriso maroto, sugeriu:
- Se é assim, crie o garoto como se fosse uma menina. Ambrosio nunca saberá a diferença...
- A senhora acha que isso pode funcionar? Animou-se Marilena.
- Já vi demais... Lembra daquela pivô que jogava na seleção de basquete?
Agarrando-se àquele fio de esperança, a mãe abraçou carinhosamente a criança e encheu-se de ternura.
- É... Pode dar certo. Até que ele é jeitosinho...
- Jeitosinha, fia... Corrigiu Nair.
- Jeitosinha!

Conseguirá Marilena levar esta farsa adiante?
Confira no próximo capítulo.



Ai, jisuis... Coleguinha já está curiosa!

3 comentários:

Nanda Albuquerque disse...

ahahhaha q história coleguinha... coitada da criança.
bêtó

Sofia disse...

ahahhaha q história coleguinha... coitada da criança.
bêtó

Claudão disse...

Pois é, fizeram o menino dar pinta antes mesmo que ele pudesse dizer: "Hi! I'm Adam..."